THAT´S WHY WE NEED CITATION AND REFERENCE -> ´´WITHOUT DATA WE´RE JUST ANOTHER PERSON WITH AN OPINION´´ — WILLIAM EDWARDS DEMING – Engineer, Professor, Author, Lecturer @ STRUCTURE OF A SCIENTIFIC ARTICLE @ Some Facebook Comments about this Blog and Images @ ´´A citation is a reference to a published or unpublished source.[2]´´ @ ´´An opinion is a judgment, viewpoint, or statement that is not conclusive. A given opinion may deal with subjective matters in which there is no conclusive finding, or it may deal with facts which are sought to be disputed by the logical fallacy that one is entitled to their opinions. Distinguishing fact from opinion is that facts are verifiable, i.e. can be agreed to by the consensus of experts. An example is: “United States of America was involved in the Vietnam War,” versus “United States of America was right to get involved in the Vietnam War”. An opinion may be supported by facts and principles, in which case it becomes an argument.´´ https://en.wikipedia.org/wiki/Opinion @ ´´Harvard was established in 1636 by vote of the Great and General Court of the Massachusetts Bay Colony.´´ https://en.wikipedia.org/wiki/Harvard_University @ OTHER VERY IMPORTANT INFORMATION

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23 de novembro de 2015

Conheça William Edwards Deming: pai da evolução na qualidade

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William Edwards Deming

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William Edwards Deming
 
Nascimento14 de outubro de 1900
Sioux City, Iowa, Estados Unidos
Morte20 de dezembro de 1993 (93 anos)
Washington DCEstados Unidos
NacionalidadeNorte Americano
Alma materUniversidade de WyomingUniversidade do Colorado em BoulderUniversidade Yale
Campo(s)Estatística

William Edwards Deming (Sioux City14 de outubro de 1900 — Washington, DC20 de dezembro de 1993) foi um estatísticoprofessor universitário, autor, palestrante e consultor estadunidense.

Deming é amplamente reconhecido pela melhoria dos processos produtivos nos Estados Unidos durante a Segunda Guerra Mundial, sendo porém mais conhecido pelo seu trabalho no Japão. Lá, a partir de 1950, ele ensinou altos executivos como melhorar projeto, qualidade de produto, teste e vendas (este último por meio dos mercados globais) através de vários métodos, incluindo a aplicação de métodos estatísticos como a análise de variantes e teste de hipóteses.

Deming fez contribuições significativas para o Japão tornar-se notório pela fabricação de produtos inovadores de alta qualidade. Deming é considerado o estrangeiro que gerou o maior impacto sobre a indústria e a economia japonesa no século XX.

Índice

Os 14 Pontos para a Gestão[editar | editar código-fonte]

Os 14 pontos para a gestão descrevem o caminho para a qualidade total, o qual deve ser continuamente aperfeiçoado. São eles (Deming, 1990:18):

  1. Criar constância de propósito de aperfeiçoamento do produto e serviço, a fim de torná-los competitivos, perpetuá-los no mercado e gerar empregos.
  2. Adotar uma nova filosofia. Vivemos numa nova era econômica. A administração ocidental deve despertar para o desafio, conscientizar-se de suas responsabilidade e assumir a liderança em direção à transformação.
  3. Acabar com a dependência de inspeção para a obtenção da qualidade. Eliminar a necessidade de inspeção em massa, priorizando a internalização da qualidade do produto.
  4. Acabar com a prática de negócios compensador baseado apenas no preço. Em vez disso, minimizar o custo total. Insistir na ideia de um único fornecedor para cada item, desenvolvendo relacionamentos duradouros, calcados na qualidade e na confiança.
  5. Aperfeiçoar constante e continuamente todo o processo de planejamento, produção e serviços, com o objetivo de aumentar a qualidade e a produtividade e, conseqüentemente, reduzir os custos.
  6. Fornecer treinamento no local de trabalho.
  7. Adotar e estabelecer liderança. O objetivo da liderança é ajudar as pessoas a realizar um trabalho melhor. Assim como a liderança dos trabalhadores, a liderança empresarial necessita de uma completa reformulação.
  8. Eliminar o medo.
  9. Quebrar as barreiras entre departamentos. Os colaboradores dos setores de pesquisa, projetos, vendas, compras ou produção devem trabalhar em equipe, tornando-se capazes de antecipar problemas que possam surgir durante a produção ou durante a utilização dos produtos ou serviços.
  10. Eliminar slogans, exortações, e metas dirigidas aos empregados.
  11. Eliminar padrões artificiais (cotas numéricas) para o chão de fábrica, a administração por objetivos (APO) e a administração através de números e metas numéricas.
  12. Remover barreiras que despojem as pessoas de orgulho no trabalho. A atenção dos supervisores deve voltar-se para a qualidade e não para números. Remover as barreiras que usurpam dos colaboradores das áreas administrativas e de planejamento/engenharia o justo direito de orgulhar-se do produto de seu trabalho. Isso significa a abolição das avaliações de desempenho ou de mérito e da administração por objetivos ou por números.
  13. Estabelecer um programa rigoroso de educação e auto-aperfeiçoamento para todo o pessoal.
  14. Colocar todos da empresa para trabalhar de modo a realizar a transformação. A transformação é tarefa de todos.

Em 1991 foi incluído no Automotive Hall of Fame.

Vida pessoal[editar | editar código-fonte]

Infância[editar | editar código-fonte]

William Edwards Deming nasceu em 14 de outubro de 1900, em Sioux City, estado de Iowa. Filho de William Albert Deming e Pluma Irene Edwards. Seu irmão, Robert Edwards nasceu em 11 de maio de 1902, e sua irmã, Elizabeth Marie (mais tarde Elizabeth Deming Hood) nasceu em 21 de janeiro de 1909. Morava com sua família na rua Bluff 121 em Sioux City. Em 1904 foram para a fazenda de galinhas de seu avô materno, Henry Coffin Edwards, em Polk City, Iowa. Sua avó materna, Elizabeth Grant, morreu quando sua mãe era jovem. Em 1907 o governo americano passou a dar terras a quem concordasse em cultivá-las no oeste do país. A família se mudou para Camp Coulter, hoje Powell, em Wyoming. Eles alugaram uma casa até que construíssem uma própria no seu terreno de 40 acres. William Albert acabou descobrindo que seu pedaço de terra não era fértil. Mais tarde construíram uma casa retangular parecida com uma caixa, que mal protegia todos do mau tempo. A água vinha de um poço. A família passou frio, fome e tinha dívidas no período.

Educação[editar | editar código-fonte]

Pluma Irene e William Albert Deming tiveram uma boa educação e sabiam da importância desta para as crianças. Pluma era musicista e estudou em São Francisco. William Albert estudou ciências e direito. Edwards Deming estudou quando jovem em Powell, ao mesmo tempo que trabalhava para ajudar a família. Entrou para a Universidade de Wyoming em 1917, e se formou em Engenharia Elétrica em 1921. Após se formar, decidiu permanecer mais um ano para estudar Matemática. Neste ano, recebeu uma carta da Escola de Minas do Colorado, na qual foi convidado por um professor de física para lecionar na Universidade e fazer parte de uma banda como bom tocador de flauta que era. Aceitou o convite e iniciou um mestrado em Matemática e Física, recebendo o diploma em 1925. Recebera uma recomendação para trabalhar em Yale como instrutor em tempo parcial. Concluiu um doutorado em Matemática e Física na Yale em 1928. Estudou teoria da música, tocava vários instrumentos e compôs canções.

Família[editar | editar código-fonte]

Deming casou com Agnes Bell em 1922 em Wyoming. Tiveram uma filha chamada Dorothy que morreu em 1984. Agnes morreu em 1930.

Deming então se casou com Lola Elizabeth Shupe em 1932. Eles tiveram duas filhas, Diana e Linda. Viveram em Washington, D.C. até o final de suas vidas em uma casa que compraram em 1936. Sua mulher morreu em 25 de junho de 1986. Deming morreu silenciosamente enquanto dormia, assistido pela família, em 20 de dezembro de 1993.

Trabalho[editar | editar código-fonte]

Foi instrutor de engenharia na Universidade de Wyoming (1921-22), professor assistente de Física na Escola de Minas do Colorado (1922-24), e exerceu este mesmo cargo na Universidade do Colorado (1924-25). Foi instrutor de Física na Universidade de Yale entre 1925 e 1927.

Entre 1927 e 1939, Deming trabalhou como Físico Matemático no Laboratório de Pesquisas de Fixação de Nitrogênio do Departamento de Agricultura (USDA). Lançou 38 publicações sobre o assunto durante esse período, todas mostrando seu interesse pela metodologia estatística. Trabalhou como conselheiro estatístico no United States Census Bureau (1939–45). Foi professor de estatística na Universidade de Nova Iorque 1946 até 1993. Foi consultor em pesquisa e em indústria (1946-1993).

Durante seu trabalho no Departamento de Agricultura conheceu Walter A. Shewhart. Deming se inspirou muito no trabalho de Shewhart, considerado o pai do CEP (Controle Estatístico do Processo) As ideias dele tiveram grande influência na teoria da administração de Deming.

PDCA tornou-se popular pelo Dr. W. Edwards Deming, que é considerado por muitos como o pai do controle de qualidade moderno, no entanto, ele sempre se referia a ele como o “ciclo de Shewhart“.

Durante a II Guerra Mundial, Deming fez parte do Comitê Técnico Emergencial, composto por cinco pessoas (H.F. Dodge, A.G. Ashcroft, Leslie E. Simon, R.E. Wareham, e John Gaillard) e ensinou controle estatístico do processo para os trabalhadores da guerra. Os métodos estatísticos foram muito utilizados durante a guerra, mas caíram em desuso alguns anos após o término dela.

Trabalho no Japão[editar | editar código-fonte]

Em 1947, as Forças Aliadas estavam ocupando o Japão, e Deming foi chamado pelo governo americano para ajudar no censo japonês de 1951. Lá, seu conhecimento em técnicas de controle de qualidade, aliadas ao seu envolvimento com a sociedade japonesa, lhe garantiram um convite da União Japonesa de Cientistas e Engenheiros (JUSE).

Os membros da JUSE haviam estudado as técnicas de Shewhart e precisavam de um professor de controle estatístico para ajudar na reconstrução do Japão. Entre Junho e Agosto de 1950, Deming treinou centenas de engenheiros, gerentes e estudantes em SPC e conceitos de qualidade. A mensagem de Deming para os chefes executivos do Japão era: melhorar a qualidade diminuirá despesas enquanto aumenta a produtividade e o mercado. Um grande número de indústrias japonesas aplicou suas técnicas e presenciaram um nível de qualidade e de produção nunca vistos. A melhoria da qualidade combinada com o baixo custo criou uma nova demanda internacional para os produtos japoneses.

Deming recusou receber royalties por seus artigos, por isso o JUSE em 1950 criou o Prêmio Deming em sua homenagem. O Prêmio possui grande influência no desenvolvimento do controle da qualidade e gerenciamento no Japão.

De Volta nos Estados Unidos[editar | editar código-fonte]

Nos Estados Unidos, Deming continuou com seu negócio de consultoria, desconhecido até sua aparição em um especial da NBC chamado “Se o Japão consegue… Por que nós não conseguimos?” sobre a competição industrial entre EUA e Japão. Deming continuou dando consultorias até sua morte.

Uma das primeiras grandes empresas a buscar ajuda de Deming foi a Ford. As vendas da Ford estavam caindo e Deming foi recrutado para ajudar no levantamento da qualidade. Ele questionou a cultura da empresa e seu gerenciamento. Ele disse a Ford que as decisões da gerência são responsáveis por 85% dos problemas da produção de melhores carros.

Em 1982, Deming criou uma linha rentável de carros, a linha Taurus-Sable. A Ford acabou se tornando a empresa de carros americana mais lucrativa, passando a concorrente General Motors. O sucesso da Ford continuou por anos, confirmando o talento de Deming. Também em 1982, Deming se tornou autor. Teve seu livro, Fora da Crise (antes chamado Qualidade, Produtividade e Posição Competitiva) pelo MIT. Ele oferecia sua teoria sobre gerenciamento e seus famosos 14 pontos do gerenciamento. Para ele, gerenciar sem pensar no futuro acarreta em perda de mercado, seguido de perda de empregos.

Referências[editar | editar código-fonte]

Commons possui uma categoria contendo imagens e outros ficheiros sobre William Edwards Deming

Wikiquote

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Blog Qualidade Simples

23 de novembro de 2015

Conheça William Edwards Deming: pai da evolução na qualidade

William Edwards Deming — também conhecido apenas por Deming — foi pioneiro tanto nos estudos como na aplicação de melhorias no âmbito da qualidade. Dentre seus trabalhos mais proeminentes podemos destacar a teoria de gerência, chamada de Sistema do Conhecimento Profundo, e os 14 pontos para um ambiente de trabalho otimizado. Muito mais que um estudioso, Dr. Deming foi responsável por dar aplicabilidade a seus conhecimentos e suas teorias no que diz respeito à melhora efetiva da qualidade. Não é à toa que, passados mais de 20 anos de sua morte, seu nome continua vinculado a essa significativa evolução. Quer saber mais sobre esse expoente da melhoria contínua? Então acompanhe:

Um histórico preliminar

Como acadêmico, William Edwards Deming publicou vários artigos e livros, além de também ter dado aulas em seminários e em universidades pelo mundo tudo — inclusive na Universidade de Nova York, durante 46 anos. O pai da evolução da Qualidade também era Ph.D. em matemática pela conceituada Universidade de Yale, entrou para a Academia Nacional de Engenharia em 1983, para o hall da fama de Ciência e Engenharia em 1986 e recebeu a Medalha Nacional de Tecnologia do próprio presidente Reagan nesse mesmo ano.

Seus ensinamentos na Ásia, mais precisamente no Japão, culminaram em uma verdadeira revolução no sistema produtivo nipônico, transformação que ficou conhecida como o milagre industrial japonês. Na época, foi condecorado pelo imperador como forma de reconhecimento por seus trabalhos excepcionais. Além disso, Deming também foi consultor em estudos estatísticos, tendo como clientes desde ferrovias, hospitais, companhias telefônicas, instituições de pesquisa até agências governamentais.

O Sistema do Conhecimento Profundo

A fim de promover a cooperação, Deming defende o Sistema do Conhecimento Profundo, teoria que envolve visão e compreensão ampliadas de elementos aparentemente individuais, mas que possuem interligação, formando um sistema maior: a empresa. Deming acreditava que os colaboradores possuem potencial quase ilimitado quando inseridos em um ambiente favorável. Segundo ele, 85% da eficácia de um trabalhador é determinada pelo próprio local de trabalho e apenas o restante diz respeito à sua habilidade. Com base nessa visão, cabe ao gerente o papel de:

  • Investir na compreensão da psicologia em grupo e dos indivíduos;
  • Eliminar metas de produção e slogans, que alienam os trabalhadores, criando competição e desunião;
  • Estruturar a empresa como uma grande equipe, dividida em subequipes, alinhando todos a um mesmo objetivo, de forma a eliminar divisões e conflitos desnecessários;
  • Compartilhar o lucro com os trabalhadores enquanto equipe e não como indivíduos;
  • Criar um ambiente que elimine medo, inveja, raiva e vingança do local de trabalho;
  • Desenvolver programas rigorosos de formação e treinamento.

Como resultado, os funcionários tendem a compreender melhor seus postos de trabalho, enxergando seu valor dentro da organização e se sentindo estimulados e capacitados para alcançarem um maior desempenho. E isso, por si só, já paga a despesa.

Os famosos 14 pontos

Em seu livro Out of the Crisis, Deming trata da aplicação dos 14 pontos que servem como indicadores de que a gerência tem por objetivo continuar no negócio, resguardar os investidores e zelar pela manutenção dos empregos. Esses pontos são aplicáveis, de maneira irrestrita, a qualquer negócio, independentemente de serem organizações pequenas ou grandes, na indústria de serviços ou na manufatura. Veja abaixo quais são esses 14 pontos:

  1. Criar constância de propósito de aperfeiçoamento de produtos e serviços, a fim de torná-los competitivos, perpetuá-los no mercado e gerar empregos.
  2. Garantir a renovação de forma a ajustar sua filosofia à nova era econômica. A administração ocidental deve se conscientizar sobre suas responsabilidades e assumir a liderança em direção à transformação.
  3. Eliminar a demanda de inspeção para a garantir a qualidade. Extinguir a necessidade de inspeção em massa, primando pela internalização da qualidade do produto.
  4. Eliminar o critério de escolha baseado, exclusivamente, no preço. Em vez disso, reduzir o custo total, incentivando um só fornecedor para cada item a fim de fomentar relacionamentos duráveis, baseados na qualidade e na confiança.
  5. Melhorar de modo contínuo todo o processo de planejamento, produção e serviços, com o intuito de elevar a qualidade e a produtividade e, consequentemente, minimizar os custos.
  6. Oferecer treinamento no local de trabalho.
  7. Adotar e consolidar a liderança, que deve dar suporte para o desenvolvimento de um trabalho melhor. Tanto a liderança dos empregados quanto a liderança empresarial precisam de uma completa reformulação.
  8. Acabar com o medo.
  9. Destituir os obstáculos entre departamentos. Assim, colaboradores de diferentes setores devem atuar em conjunto, sendo capazes de antever problemas seja durante a produção ou mesmo na utilização dos produtos ou serviços.
  10. Erradicar slogans, advertências e metas endereçadas aos empregados.
  11. Parar com a estipulação de padrões artificiais (cotas), assim como com a administração por objetivos e a administração através de números e metas numéricas.
  12. Remover obstáculos que despojem as pessoas de orgulho no trabalho. O foco da supervisão deve se concentrar na qualidade e não em valores numéricos. Tirar de cena as barreiras que impedem que aqueles que atuam nas áreas administrativas e de planejamento tenham o mais que justo direito de se orgulharem do produto de seu trabalho. Nesse caso, é preciso abolir as avaliações de desempenho ou de mérito e a administração por objetivos ou números.
  13. Construir um programa rigoroso de educação e aperfeiçoamento para o pessoal.
  14. Disseminar a cultura de que a transformação é responsabilidade de todos.

Essa filosofia passou a ser integrada à nossa cultura de trabalho graças aos trabalhos de Deming. E isso foi possível sobretudo por meio de seu próprio exemplo pessoal de trabalho duro, sinceridade, decência e responsabilidade pessoal. Com isso, o universo da gestão foi para sempre modificado. Vale lembrar também que William Edwards Deming foi o principal responsável pela popularização do Ciclo PDCA!

E então, ficou com alguma dúvida ou tem algo a acrescentar sobre a vida e a obra desse grande nome? Deixe seu comentário aqui e compartilhe suas impressões conosco!

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12 comentários sobre “Conheça William Edwards Deming: pai da evolução na qualidade”

  1. Alexander diz:05 de setembro de 2016 at 14:08 02Mon, 05 Sep 2016 14:08:34 +000034.ótimo artigo!
    Muito bem escrito.Responder
  2. Tabita diz:20 de setembro de 2016 at 10:43 10Tue, 20 Sep 2016 10:43:42 +000042.Obrigada pela ajuda, me ajudou bastante.Muito bom!!!Responder
  3. William diz:02 de abril de 2017 at 21:43 09Sun, 02 Apr 2017 21:43:19 +000019.Muito bomResponder
  4. maria diz:18 de outubro de 2017 at 09:52 09Wed, 18 Oct 2017 09:52:15 +000015.Gostei demais muito proveitoso não conhecia a historia desse Pai da qualidadeResponder
  5. Rogério de Oliveira diz:07 de março de 2018 at 20:24 08Wed, 07 Mar 2018 20:24:27 +000027.Muito bem explicado, obrigado.Responder
  6. BRIGIDA SINARA DANTAS diz:12 de março de 2019 at 23:31 11Tue, 12 Mar 2019 23:31:55 +000055.Gostei muito do artigo, fácil de entender pois foi bem objetivo. O Deming influenciou de forma brilhante diversas cultura com seu sua teoria da evolução da qualidade que o mesmo tirou do papel e colocou em prática, um pioneiro que deixou um grande legado.Responder
  7. Diego diz:24 de abril de 2019 at 10:14 10Wed, 24 Apr 2019 10:14:43 +000043.Parabéns, conheci o deming pelo livro do Tony Robbins, onde é citado pela teoria do conhecimento profundo. A matéria e o resumo do livro estão muito bem feitos.Responder
  8. Alguém Inteligente diz:18 de setembro de 2019 at 22:46 10Wed, 18 Sep 2019 22:46:51 +000051.OBRIGADO PESSOAL DO SITE VOCÊS ME AJUDARAM MUITO PARA EU FAZER MEU TRABALHO!!Responder
  9. Luis Roberto diz:25 de setembro de 2019 at 07:47 07Wed, 25 Sep 2019 07:47:42 +000042.Bom dia!Simplesmente sensacional. Trouxe-me mais certezas sobre os rumos do projeto de inovação que estamos fazendo hoje. Muito obrigado!Responder

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citation is a reference to a published or unpublished source.[2] More precisely, a citation is an abbreviated alphanumeric expression embedded in the body of an intellectual work that denotes an entry in the bibliographic references section of the work for the purpose of acknowledging the relevance of the works of others to the topic of discussion at the spot where the citation appears.

Generally the combination of both the in-body citation and the bibliographic entry constitutes what is commonly thought of as a citation (whereas bibliographic entries by themselves are not). References to single, machine-readable assertions in electronic scientific articles are known as nanopublications, a form of microattribution.[citation needed]

Citations have several important purposes: to uphold intellectual honesty (or avoiding plagiarism),[3] to attribute prior or unoriginal work and ideas to the correct sources, to allow the reader to determine independently whether the referenced material supports the author’s argument in the claimed way, and to help the reader gauge the strength and validity of the material the author has used.[4]

As Roark and Emerson have argued, citations relate to the way authors perceive the substance of their work, their position in the academic system, and the moral equivalency of their place, substance, and words.[5] Despite these attributes, many drawbacks and shortcoming of citation practices have been reported, including for example honorary citations, circumstantial citations, discriminatory citations, selective and arbitrary citations.[6]

The forms of citations generally subscribe to one of the generally accepted citations systems, such as the Oxford,[7] Harvard, MLA, American Sociological Association (ASA), American Psychological Association (APA), and other citations systems, because their syntactic conventions are widely known and easily interpreted by readers. Each of these citation systems has its advantages and disadvantages. Editors often specify the citation system to use.

Bibliographies, and other list-like compilations of references, are generally not considered citations because they do not fulfill the true spirit of the term: deliberate acknowledgement by other authors of the priority of one’s ideas.

Contents

Concept[edit]

bibliographic citation is a reference to a bookarticleweb page, or other published item. Citations should supply detail to identify the item uniquely.[8] Different citation systems and styles are used in scientific citationlegal citationprior artthe arts, and the humanities.

Content[edit]

Citation content can vary depending on the type of source and may include:

  • Book: author(s), book title, place of publication, publisher, date of publication, and page number(s) if appropriate.[9]
  • Journal: author(s), article title, journal title, date of publication, and page number(s).
  • Newspaper: author(s), article title, name of newspaper, section title and page number(s) if desired, date of publication.
  • Web site: author(s), article and publication title where appropriate, as well as a URL, and a date when the site was accessed.
  • Play: inline citations offer part, scene, and line numbers, the latter separated by periods: 4.452 refers to scene 4, line 452. For example, “In Eugene Onegin, Onegin rejects Tanya when she is free to be his, and only decides he wants her when she is already married” (Pushkin 4.452–53).[10]
  • Poem: spaced slashes are normally used to indicate separate lines of a poem, and parenthetical citations usually include the line number(s). For example: “For I must love because I live / And life in me is what you give.” (Brennan, lines 15–16).[10]
  • Interview: name of interviewer, interview descriptor (ex. personal interview) and date of interview.

Unique identifiers[edit]

Along with information such as author(s), date of publication, title and page numbers, citations may also include unique identifiers depending on the type of work being referred to.

Systems[edit]

Broadly speaking, there are two types of citation systems, the Vancouver system and parenthetical referencing.[citation needed] However, the Council of Science Editors (CSE) adds a third, the citation-name system.[11]

Vancouver system[edit]

Main article: Vancouver system

The Vancouver system uses sequential numbers in the text, either bracketed or superscript or both.[citation needed] The numbers refer to either footnotes (notes at the end of the page) or endnotes (notes on a page at the end of the paper) that provide source detail. The notes system may or may not require a full bibliography, depending on whether the writer has used a full-note form or a shortened-note form.

For example, an excerpt from the text of a paper using a notes system without a full bibliography could look like:”The five stages of grief are denial, anger, bargaining, depression, and acceptance.”1

The note, located either at the foot of the page (footnote) or at the end of the paper (endnote) would look like this:1. Elisabeth Kübler-Ross, On Death and Dying (New York: Macmillan, 1969) 45–60.

In a paper with a full bibliography, the shortened note might look like:1. Kübler-Ross, On Death and Dying 45–60.

The bibliography entry, which is required with a shortened note, would look like this:Kübler-Ross, Elisabeth. On Death and Dying. New York: Macmillan, 1969.

In the humanities, many authors also use footnotes or endnotes to supply anecdotal information. In this way, what looks like a citation is actually supplementary material, or suggestions for further reading.[12]

Parenthetical referencing[edit]

Main article: Parenthetical referencing

Parenthetical referencing, also known as Harvard referencing, has full or partial, in-text, citations enclosed in circular brackets and embedded in the paragraph.[citation needed]

An example of a parenthetical reference:”The five stages of grief are denial, anger, bargaining, depression, and acceptance” (Kübler-Ross, 1969, pp. 45–60).

Depending on the choice of style, fully cited parenthetical references may require no end section. Other styles include a list of the citations, with complete bibliographical references, in an end section, sorted alphabetically by author. This section is often called “References”, “Bibliography”, “Works cited” or “Works consulted”.

In-text references for online publications may differ from conventional parenthetical referencing. A full reference can be hidden, only displayed when wanted by the reader, in the form of a tooltip.[13] This style makes citing easier and improves the reader’s experience.

Citation-name system[edit]

Superscripted numbers are inserted at the point of reference, just as in the citation‐sequence system, but the citations are numbered according to the order of cited works at the end of the paper or book; this list is often sorted alphabetically by author.

Styles[edit]

 
ACS Style GuideAMA Manual of StyleAP StylebookAPA StyleThe ASA Style GuideThe Business Style HandbookThe Cambridge Guide to English UsageThe Chicago Manual of StyleCiting MedicineThe Elements of StyleThe Elements of Typographic StyleFowler’s Modern English UsageIEEE styleISO 690MHRA Style GuideThe Microsoft Manual of StyleMLA HandbookThe New York Times ManualThe Oxford Guide to Style/New Hart’s RulesScientific Style and Format (CSE style)The Sense of StyleTurabian: A Manual for WritersList of style guide abbreviations
vte

Main articles: APA styleMLA styleThe Chicago Manual of StyleBluebookALWD Citation ManualASA styleHarvard referencing, and Vancouver system

Citation styles can be broadly divided into styles common to the Humanities and the Sciences, though there is considerable overlap. Some style guides, such as the Chicago Manual of Style, are quite flexible and cover both parenthetical and note citation systems. Others, such as MLA and APA styles, specify formats within the context of a single citation system. These may be referred to as citation formats as well as citation styles.[14][15][16] The various guides thus specify order of appearance, for example, of publication date, title, and page numbers following the author name, in addition to conventions of punctuation, use of italics, emphasis, parenthesis, quotation marks, etc., particular to their style.

A number of organizations have created styles to fit their needs; consequently, a number of different guides exist. Individual publishers often have their own in-house variations as well, and some works are so long-established as to have their own citation methods too: Stephanus pagination for PlatoBekker numbers for Aristotle; citing the Bible by book, chapter and verse; or Shakespeare notation by play.

Humanities[edit]

  • The Chicago Style (CMOS) was developed and its guide is The Chicago Manual of Style. It is most widely used in history and economics as well as some social sciences. The closely related Turabian style—which derives from it—is for student references, and is distinguished from the CMOS by omission of quotation marks in reference lists, and mandatory access date citation.
  • The Columbia Style was created by Janice R. Walker and Todd Taylor to give detailed guidelines for citing internet sources. Columbia Style offers models for both the humanities and the sciences.
  • Evidence Explained: Citing History Sources from Artifacts to Cyberspace by Elizabeth Shown Mills covers primary sources not included in CMOS, such as censuses, court, land, government, business, and church records. Includes sources in electronic format. Used by genealogists and historians.[17]
  • Harvard referencing (or author-date system) is a specific kind of parenthetical referencing. Parenthetical referencing is recommended by both the British Standards Institution and the Modern Language Association. Harvard referencing involves a short author-date reference, e.g., “(Smith, 2000)”, being inserted after the cited text within parentheses and the full reference to the source being listed at the end of the article.
  • MLA style was developed by the Modern Language Association and is most often used in the arts and the humanities, particularly in English studies, other literary studies, including comparative literature and literary criticism in languages other than English (“foreign languages“), and some interdisciplinary studies, such as cultural studiesdrama and theatrefilm, and other media, including television. This style of citations and bibliographical format uses parenthetical referencing with author-page (Smith 395) or author-[short] title-page (Smith, Contingencies 42) in the case of more than one work by the same author within parentheses in the text, keyed to an alphabetical list of sources on a “Works Cited” page at the end of the paper, as well as notes (footnotes or endnotes). See The MLA Style Manual and The MLA Handbook for Writers of Research Papers, particularly Citation and bibliography format.[a]
  • The MHRA Style Guide is published by the Modern Humanities Research Association (MHRA) and most widely used in the arts and humanities in the United Kingdom, where the MHRA is based. It is available for sale both in the UK and in the United States. It is similar to MLA style, but has some differences. For example, MHRA style uses footnotes that reference a citation fully while also providing a bibliography. Some readers find it advantageous that the footnotes provide full citations, instead of shortened references, so that they do not need to consult the bibliography while reading for the rest of the publication details.[18]

In some areas of the Humanities, footnotes are used exclusively for references, and their use for conventional footnotes (explanations or examples) is avoided. In these areas, the term “footnote” is actually used as a synonym for “reference”, and care must be taken by editors and typesetters to ensure that they understand how the term is being used by their authors.

Law[edit]

Main article: Legal citation

  • The Bluebook is a citation system traditionally used in American academic legal writing, and the Bluebook (or similar systems derived from it) are used by many courts.[19] At present, academic legal articles are always footnoted, but motions submitted to courts and court opinions traditionally use inline citations, which are either separate sentences or separate clauses. Inline citations allow readers to quickly determine the strength of a source based on, for example, the court a case was decided in and the year it was decided.
  • The legal citation style used almost universally in Canada is based on the Canadian Guide to Uniform Legal Citation (AKA McGill Guide), published by McGill Law Journal.[20]
  • British legal citation almost universally follows the Oxford Standard for Citation of Legal Authorities (OSCOLA).

Sciences, mathematics, engineering, physiology, and medicine[edit]

  • The American Chemical Society style, or ACS style, is often used in Chemistry and some of the physical sciences. In ACS style references are numbered in the text and in the reference list, and numbers are repeated throughout the text as needed.
  • In the style of the American Institute of Physics (AIP style), references are also numbered in the text and in the reference list, with numbers repeated throughout the text as needed.
  • Styles developed for the American Mathematical Society (AMS), or AMS styles, such as AMS-LaTeX, are typically implemented using the BibTeX tool in the LaTeX typesetting environment. Brackets with author’s initials and year are inserted in the text and at the beginning of the reference. Typical citations are listed in-line with alphabetic-label format, e.g. [AB90]. This type of style is also called an “Authorship trigraph.
  • The Vancouver system, recommended by the Council of Science Editors (CSE), is used in medical and scientific papers and research.
    • In one major variant, that used by the American Society of Mechanical Engineers (ASME), citation numbers are included in the text in square brackets rather than as superscripts. All bibliographical information is exclusively included in the list of references at the end of the document, next to the respective citation number.
    • The International Committee of Medical Journal Editors (ICMJE) is reportedly the original kernel of this biomedical style, which evolved from the Vancouver 1978 editors’ meeting.[21] The MEDLINE/PubMed database uses this citation style and the National Library of Medicine provides “ICMJE Uniform Requirements for Manuscripts Submitted to Biomedical Journals – Sample References”.[22]
  • The AMA Style.
  • The style of the Institute of Electrical and Electronics Engineers (IEEE), or IEEE style, encloses citation numbers within square brackets and numbers them consecutively, with numbers repeated throughout the text as needed.[23]
  • In areas of biology that falls within the ICNafp (which itself uses this citation style throughout), a variant form of author-title citation is the primary method used when making nomenclatural citations and sometimes general citations (for example in code-related proposals published in Taxon), with the works in question not cited in the bibliography unless also cited in the text. Titles use standardized abbreviations following Botanico-Periodicum-Huntianum for periodicals and Taxonomic Literature 2 (later IPNI) for books.
  • Pechenik Citation Style is a style described in A Short Guide to Writing about Biology, 6th ed. (2007), by Jan A. Pechenik.[24]
  • In 1955, Eugene Garfield proposed a bibliographic system for scientific literature, to consolidate the integrity of scientific publications.[25]

Social sciences[edit]

Issues[edit]

See also: Impact factor § Editorial policies that affect the impact factor

In their research on footnotes in scholarly journals in the field of communication, Michael Bugeja and Daniela V. Dimitrova have found that citations to online sources have a rate of decay (as cited pages are taken down), which they call a “half-life”, that renders footnotes in those journals less useful for scholarship over time.[28]

Other experts have found that published replications do not have as many citations as original publications.[29]

Another important issue is citation errors, which often occur due to carelessness on either the researcher or journal editor’s part in the publication procedure. Experts have found that simple precautions, such as consulting the author of a cited source about proper citations, reduce the likelihood of citation errors and thus increase the quality of research.[30]

Research suggests the impact of an article can be, partly, explained by superficial factors and not only by the scientific merits of an article.[31] Field-dependent factors are usually listed as an issue to be tackled not only when comparison across disciplines are made, but also when different fields of research of one discipline are being compared.[32] For example, in medicine, among other factors, the number of authors, the number of references, the article length, and the presence of a colon in the title influence the impact; while in sociology the number of references, the article length, and title length are among the factors.[33]

Nature Index recognizes that citations remain a controversial and yet important metric for academics.[34] They report five ways to increase citation counts: (1) watch the title length and punctuation;[35] (2) release the results early as preprints;[36] (3) avoid referring to a country in the title, abstract, or keywords;[37] (4) link the article to supporting data in a repository;[38] and (5) avoid hyphens in the titles of research articles.[39]

Citation patterns are also known to be affected by unethical behavior of both the authors and journal staff. Such behavior is called impact factor boosting, and was reported to involve even the top-tier journals. Specifically the high-ranking journals of medical science, including the Lancet, JAMA and New England Journal of Medicine, are thought to be associated with such behavior, with up to 30% of citations to these journals being generated by commissioned opinion articles.[40] On the other hand, the phenomenon of citation cartels is rising. Citation cartels are defined as groups of authors that cite each other disproportionately more than they do other groups of authors who work on the same subject.[41]

See also[edit]

Notes[edit]

  1. ^ The field of Communication (or Communications) overlaps with some of the disciplines also covered by the MLA and has its own disciplinary style recommendations for documentation format; the style guide recommended for use in student papers in such departments in American colleges and universities is often The Publication Manual of the APA (American Psychological Association); designated for short as “APA style“.

References[edit]

  1. ^ Randall Munroe. “Wikipedian Protestor”. Retrieved 20 May2018.
  2. ^ “Definition of CITATION”http://www.merriam-webster.com. Retrieved 2018-08-04.
  3. ^ “What Does it Mean to Cite?”. MIT Academic Integrity.
  4. ^ Association of Legal Writing Directors & Darby Dickerson, ALWD Citation Manual: A Professional System of Citation, 4th ed. (New York: Aspen, 2010), 3.
  5. ^ Roark, Marc Lane; Emerson, Warren (2015-11-10). “Signals”. SSRN 2688685.
  6. ^ Moustafa, Khaled (2016). “Aberration of the Citation”. Accountability in Research23 (4): 230–244. doi:10.1080/08989621.2015.1127763ISSN 1545-5815PMID 26636372.
  7. ^ “Oxford Referencing System”. Retrieved 18 January 2011.
  8. ^ “Library glossary”Benedictine University. August 22, 2008. Archived from the original on April 30, 2008. Retrieved 2009-02-27.
  9. ^ “Anatomy of a Citation”LIU.edu. Retrieved 2015-09-28.
  10. Jump up to:a b “How to cite sources in the body of your paper”BYUI.edu. 2008. Archived from the original on November 13, 2011. Retrieved 2008-02-08.
  11. ^ Council of Science Editors, Style Manual Committee (2007). Scientific style and format: the CSE manual for authors, editors, and publishers.
  12. ^ “How to Write Research Papers with Citations: MLA, APA, Footnotes, Endnotes”. Retrieved 2010-01-31.
  13. ^ Live Reference Initiative. Retrieved 2012-04-28.
  14. ^ “Citation Formats & Style Manuals”CSUChico.edu. 2007. Retrieved 2008-02-11.
  15. ^ “APA Citation Format”Lesley.edu. 2005. Archived from the original on December 28, 2007. Retrieved 2008-02-11.
  16. ^ “APA Citation Format”RIT.edu. 2003. Archived from the original on February 3, 2008. Retrieved 2008-02-11.
  17. ^ Elizabeth Shown Mills. Evidence Explained : Citing History Sources from Artifacts to cyberspace. 2d ed. Baltimore:Genealogical Pub. Co., 2009.
  18. ^ The 2nd edition (updated April 2008) of the MHRA Style Guide is downloadable for free from the Modern Humanities Research Association official Website.
  19. ^ Martin, Peter W (May 2007) [1993]. “Introduction to Basic Legal Citation (LII 2007 ed.)”Cornell.edu. Retrieved 2008-02-03.
  20. ^ Canadian Guide to Uniform Legal Citation (Cite Guide)McGill Law Journal. Updated October 2008. Retrieved 2009-02-05.
  21. ^ “Uniform Requirements for Manuscripts Submitted to Biomedical Journals”.
  22. ^ International Committee of Medical Journal Editors. “ICMJE Uniform Requirements for Manuscripts Submitted to Biomedical Journals – Sample References”.
  23. ^ IEEE Style Manual Archived 2015-09-24 at the Wayback Machine. Retrieved 2015-02-16.
  24. ^ “Pechenik Citation Style QuickGuide” (PDF). University of Alberta, Augustana Campus, Canada. Web. November 2007.
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  26. ^ Stephen Yoder, ed. (2008). The APSA Guide to Writing and Publishing and Style Manual for Political Science. Rev. ed. August 2006. APSAnet.org Publications. Retrieved 2015-09-28.
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  28. ^ Bugeja, Michael and Daniela V. Dimitrova. Vanishing Act: The Erosion of Online Footnotes and Implications for Scholarship in the Digital Age. Duluth, Minnesota: Litwin Books (2010)
  29. ^ Raymond Hubbard and J. Scott Armstrong (1994). “Replications and Extensions in Marketing: Rarely Published But Quite Contrary” (PDF). International Journal of Research in Marketing11 (3): 233–248. doi:10.1016/0167-8116(94)90003-5.
  30. ^ Wright, Malcolm; Armstrong, J. Scott (2008). “The Ombudsman: Verification of Citations: Fawlty Towers of Knowledge?”. Interfaces38 (2): 125–139. doi:10.1287/inte.1070.0317eISSN 1526-551XISSN 0092-2102JSTOR 25062982OCLC 5582131729SSRN 1941335.
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  32. ^ Anauati, Maria Victoria; Galiani, Sebastian; Gálvez, Ramiro H. (November 11, 2014). “Quantifying the Life Cycle of Scholarly Articles Across Fields of Economic Research”. SSRN 2523078.
  33. ^ van Wesel, M.; Wyatt, S.; ten Haaf, J. (2014). “What a difference a colon makes: how superficial factors influence subsequent citation” (PDF). Scientometrics98 (3): 1601–1615. doi:10.1007/s11192-013-1154-x.
  34. ^ Crew, Bec (7 August 2019). “Studies suggest 5 ways to increase citation counts”Nature Index. Retrieved 20 August 2019.
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  41. ^ Fister Jr., I.; Fister, I.; Perc, M. (2016). “Toward the Discovery of Citation Cartels in Citation Networks”. Frontiers in Physics4: 49. Bibcode:2016FrP…..4…49Fdoi:10.3389/fphy.2016.00049.

Further reading[edit]

External links[edit]

Look up citation needed in Wiktionary, the free dictionary.
Wikiquote has quotations related to: Citation
Wikimedia Commons has media related to Citation needed.

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Opinion

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An opinion is a judgment, viewpoint, or statement that is not conclusive.

Definition[edit]

A given opinion may deal with subjective matters in which there is no conclusive finding, or it may deal with facts which are sought to be disputed by the logical fallacy that one is entitled to their opinions.

Distinguishing fact from opinion is that facts are verifiable, i.e. can be agreed to by the consensus of experts. An example is: “United States of America was involved in the Vietnam War,” versus “United States of America was right to get involved in the Vietnam War”. An opinion may be supported by facts and principles, in which case it becomes an argument.

Different people may draw opposing conclusions (opinions) even if they agree on the same set of facts. Opinions rarely change without new arguments being presented. It can be reasoned that one opinion is better supported by the facts than another, by analyzing the supporting arguments.[1]

In casual use, the term opinion may be the result of a person’s perspectiveunderstanding, particular feelings, beliefs, and desires. The term may also refer to unsubstantiated information, in contrast to knowledge and fact.

Though not hard fact, collective opinions or professional opinions are defined as meeting a higher standard to substantiate the opinion.

Epistemology[edit]

Historically, the distinction of demonstrated knowledge and opinion was articulated by Ancient Greek philosophers. Today, Plato‘s analogy of the divided line is a well-known illustration of the distinction between knowledge and opinion, or knowledge and belief, in customary terminology of contemporary philosophy. Opinions can be persuasive, but only the assertions they are based on can be said to be true or false.

[2][2][2][2]Collective and professional opinions[edit]

Public opinion[edit]

In contemporary usage, public opinion is the aggregate of individual attitudes or beliefs held by a population (e.g., a city, state, or country), while consumer opinion is the similar aggregate collected as part of marketing research (e.g., opinions of users of a particular product or service). Typically, because the process of gathering opinions from all individuals are difficult, expensive, or impossible to obtain, public opinion (or consumer opinion) is estimated using survey sampling (e.g., with a representative sample of a population).

Group opinion[edit]

In some social sciences, especially political science and psychology, group opinion refers to the aggregation of opinions collected from a group of subjects, such as members of a jurylegislaturecommittee, or other collective decision-making body. In these situations, researchers are often interested in questions related to social choiceconformity, and group polarization.

Scientific opinion[edit]

“Scientific opinion” may reflect opinions on scientific concerns as articulated by one or more scientists, published in scholarly journals or respected textbooks, both of which entail peer-review and rigorous professional editing. It may also refer to opinions published by professional, academic, or governmental organizations about scientific findings and their possible implications.

A related—but not identical—term, scientific consensus, is the prevailing view on a scientific topic within the scientific community, such as the scientific opinion on climate change.

Scientific opinion(s) can be “partial, temporally contingent, conflicting, and uncertain”[3] so that there may be no accepted consensus for a particular situation. In other circumstances, a particular scientific opinion may be at odds with consensus.[3]

Scientific literacy, also called public understanding of science, is an educational goal[4] concerned with providing the public with the necessary tools to benefit from scientific opinion.

Legal opinion[edit]

A “legal opinion” or “closing opinion” is a type of professional opinion, usually contained in a formal legal-opinion letter, given by an attorney to a client or a third party. Most legal opinions are given in connection with business transactions. The opinion expresses the attorney’s professional judgment regarding the legal aspect of the transaction. The opinion can be “clean” or “reasoned”.[5] A legal opinion is not a guarantee that a court will reach any particular result.[6] However, a mistaken or incomplete legal opinion may be grounds for a professional malpractice claim against the attorney, pursuant to which the attorney may be required to pay the claimant damages incurred as a result of relying on the faulty opinion.

Judicial opinion[edit]

A “judicial opinion” or “opinion of the court” is an opinion of a judge or group of judges that accompanies and explains an order or ruling in a controversy before the court. A judicial option generally lays out the facts that the court recognized as being established, the legal principles the court is bound by, and the application of the relevant principles to the recognized facts. The goal is to demonstrate the rationale the court used in reaching its decision.[7] Judges in the United States are usually required to provide a well-reasoned basis for their decisions and the contents of their judicial opinions may contain the grounds for appealing and reversing of their decision by a higher court. Judicial opinions are discussed further in the articles on common law and precedent.

Editorial opinion[edit]

An “editorial opinion” is the evaluation of a topic by a newspaper as conveyed on its editorial page.

See also[edit]

Notes[edit]

  1. ^ Damer, T. Edward (2008). Attacking Faulty Reasoning: A Practical Guide to Fallacy-free Arguments. Cengage Learning. pp. 14–15. ISBN 978-0-495-09506-4.
  2. Jump up to:a b c d ترااات
  3. Jump up to:a b Brian Wynne (1991). “Knowledges in Context”. Science, Technology & Human Values16 (1): 111–121. doi:10.1177/016224399101600108JSTOR 690044.
  4. ^ Laugksch, R.C. (2000). “Scientific literacy: A conceptual overview”. Science Education84 (1): 71–94. doi:10.1002/(sici)1098-237x(200001)84:1<71::aid-sce6>3.0.co;2-c.
  5. ^ Thompson, Robert. “Real Estate Opinion Letters: Introduction”americanbar.org. Retrieved 2 June 2016.
  6. ^ “American Bar Association Committee on Legal Opinions, Legal Opinion Principles, 53 Bus. Law. 831 (1998)” (PDF). Abanet.org. Retrieved 2013-02-18.
  7. ^ “O.S. Kerr, How to Read a Judicial Opinion: A Guide for New Law Students” (PDF). Retrieved 2013-02-18.

External links[edit]

 
 

10 Comments

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  3. Thanks for your personal marvelous posting! I genuinely enjoyed reading it, you may be a great author.I will be sure to bookmark your blog and will come back someday. I want to encourage you to definitely continue your great job, have a nice evening!

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